Acordos de Temer com a China prometem impulsionar economia

Por Gabriela Mestre

Com supervisão de Lucas Lyra

O presidente Michel Temer, em visita à China, assinou acordos favoráveis para a economia brasileira nessa sexta-feira (01). Além de acordos bilaterais entre China e Brasil, o presidente atraiu investimentos internacionais privados, que somam 57% do total de 14 atos internacionais.

As negociações são favoráveis para ambos os lados. O Brasil, fonte de insumos que contribuem para o crescimento chinês, tem o país como seu principal consumidor: hoje, 24,3% das exportações brasileiras dirigem-se ao país asiático. O objetivo de Temer durante a visita de três dias é ampliar o pacote de concessões e privatizações no Brasil. Por meio de redes sociais, o presidente disse prever retorno do emprego no país, e anuncia: “Queremos que a China, parceira nossa de tantos anos, seja parte deste novo momento de prosperidade econômica”.

Os acordos variam entre temas como o licenciamento da segunda fase da Usina de Belo Monte e a aliança entre a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Associação Chinesa de Futebol (CFA) para promover o esporte na China, que são exemplos de investimentos privados. Medidas para facilitar o visto de turismo e uma produção cinematográfica conjunta estão em previstas. O foco das negociações também incide sobre aeroportos, rodovias, empresas de transmissão de energia e o Novo Banco de Desenvolvimento regido pelo Brics.

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