Pressa e paz de Cármen Lúcia quanto a suspensões de mandato

Por Gabriela Mestre

Com supervisão de Lucas Lyra

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, assumiu nessa quinta-feira (28) os casos de afastamento de parlamentares de seus cargos como prioridade. A questão ganhou patamares emblemáticos com a decisão do STF por afastar o senador Aécio Neves (PSDB) de seu mandato, gerando divergências entre o Judiciário e o Legislativo que levaram a ministra a declarar: “o fim do direito é a paz”.

Buscando agilidade nas ações de afastamento, Cármen Lúcia depende ainda do voto do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, para que o julgamento seja liberado. No caso de Aécio, o Senado Federal planeja revisão da decisão do Supremo, o que a ministra disse ter encarado “numa boa”. A presidente, inclusive, conversou nessa quarta-feira (28) com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Essa semana, a ministra completou seu primeiro aniversário ocupando o mais alto cargo do Supremo, concluindo metade da gestão prevista para seu mandato.

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