Pressionado, Bolsonaro deve levar pessoalmente Previdência ao Congresso

Após o furacão Bebianno, o governo tenta retomar os ares de normalidade nesta quarta-feira. Ontem, áudios divulgados pela revista VEJA mostram que o ex-ministro da Secretaria-Geral não tinha mentido ao dizer que conversou com o presidente Jair Bolsonaro durante a polêmica sobre o uso de candidaturas laranjas pelo partido de ambos, o PSL.

Nesta quarta-feira, a popularidade de Bolsonaro e a assertividade do governo começam a ser postos à prova na mais importante pauta governista: a reforma da Previdência. O texto do projeto será entregue às 9h30 de hoje pessoalmente por Bolsonaro ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Na sequência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, parte para um encontro com governadores em mais uma agenda para tentar angariar apoios.

Embora a reforma tenha amplo apoio entre parlamentares majoritariamente aliados a Bolsonaro, a aprovação vai ser dura. O texto precisa do aval de dois terços de um Congresso insatisfeito com os rumos do governo. Ontem, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que ainda precisa de 60 a 70 votos para aprovar a proposta na Câmara.

Fonte: Exame

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